Em eleições internas, PT tenta oxigenar o partido

Marcada para o final do primeiro semestre, as eleições que vão eleger os novos dirigentes do PT têm a missão quase impossível de oxigenar a legenda, que desceu do céu ao inferno após a Operação Lava Jato. Praticamente todos os líderes atuais não irão se candidatar e caras novas devem surgir no ambiente interno da legenda.


Em Goiás, o presidente atual, Ceser Donizete, não vai concorrer. É provável que seu sucessor seja a professora Kátia Maria, que também comanda a Secretaria das Mulheres do partido em Goiás. Em Goiânia (Diretório Metropolitano), o nome da deputada estadual Adriana Accorsi (PT) é o mais cotado. Serão três eventos ainda neste semestre: eleição para os diretórios municipais, estaduais e nacional.

A eleição para o diretório municipal ocorre no dia 9 de abril quando também a agremiação vai eleger os líderes das zonais. Para o estado, a eleição está marcada para os dias 5 e 6 de maio, data que ocorre o congresso nacional do PT. A escolha do novo presidente nacional está marcada para os 1, 2 e 3 de junho, quando também será realizado o encontro nacional da legenda, em São Paulo.

Segundo Donizete, assim que assumirem, a missão dos novos líderes é focar na chapa proporcional para 2018. “Nosso maior desafio é montar a chapa para deputado estadual e federal”, diz. Quanto à chapa majoritária (eleição para governador e senador), segundo Ceser, será necessário aguardar. “Essa depende mais de diálogos externos. Neste momento a gente vai fazer o que depende de nós”, afirma.

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